Comprando da China: vale a pena?

Oi galeuris! O texto de hoje é um pouco diferente, não vou polemizar nem reclamar, nem dar lição de moral, promessa de dedinho.

Vim compartilhar com vocês minhas experiências em importar muambas mercadorias da China. Tenho visto vários blogs falando sobre isso, mas vejo também comentários de muitas pessoas que ainda tem dúvidas quanto à segurança das compras e tudo mais. Continuar lendo

Mais amor, por favor, e menos futilidade

“No pain, no gain”. “Obrigado Senhor por ter me ajudado a superar todos os obstáculos. #partiuacademia. Isso te soa familiar?

Se você reconheceu essas frases porque ta cansada(o) de ver na home do seu Facebook/Instagram, bem vindo ao clube! E se você reconheceu por já ter postado algo do tipo, fica a dica: SE ENFORCA! Mentira, não se enforca. Mas espero que caia uma barra na sua cabeça e endireite o seu cérebro.

A moda agora é ostentar na academia, como se a malhação do dia não fizesse efeito se o indivíduo não postar uma selfie em frente ao espelho com luvas de musculação. Acho que é tipo aquelas simpatias das revistas do João Bidu: “Simpatia pra ficar maromba: primeiro poste uma frase de superação no Facebook com várias hashtags, depois vá até a academia e fique lá por duas horas. Mas atenção para o passo mais importante: É indispensável tirar uma selfie em frente ao espelho da academia para que a simpatia tenha efeito. Repita o procedimento ao menos duas vezes na semana”.

ACADEMIA

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A real beleza está em se sentir bem!

Oi gente linda! Faz tempo que não escrevo pra vocês. Com trabalho, retorno das aulas, casamento, tá difícil! Mas cá estou eu.

O assunto de que vim escrever hoje vem rondando a minha cabecinha há algum tempo, mas só agora tive vontade parei pra escrever sobre isso.

Tudo começou quando eu estava no elevador do prédio onde trabalho e o LCD mostrou uma “notícia” dizendo que tipo de batom usar naquela estação e tudo mais. Ao ler a “notícia”, o cara que estava ao meu lado balançou a cabeça e murmurou “Tsc, tsc, nem isso se pode escolher mais? Até o batom são eles que dizem qual usar?”.

Cara, quem quer que você seja me deu muito a pensar pelo resto da semana. Não pela cor do batom, mas porque isso desencadeou várias questões na minha mente a respeito do que nos é imposto (reparem que eu disse IMPOSTO, e não SUGERIDO) para que nos enquadremos num padrão de beleza.

Um artigo publicado no site da Igreja Universal deu o que falar nas últimas semanas. O polêmico texto “O que vestir para ir ao Templo de Salomão” dizia que tipo de roupa vestir, que maquiagem usar, que modelo de bolsa levar, enfim… Como se o fiel estivesse indo para o SP Fashion Week, ao invés de à igreja louvar a Deus.

Por que eu tenho que me vestir como as revistas de moda mandam, e não como eu me sinto confortável? E daí se o meu confortável for calça legging com lantejoulas coloridas?

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A propagação de gente chata chega ao mundo publicitário

A criatividade dos publicitários nem sempre agrada a todos os consumidores. Se a propaganda mostra um carro em alta velocidade, há aqueles que entendam como um estímulo à imprudência. Quando há menção bem humorada a uma profissão, surgem os que vejam a brincadeira como ofensa. Quando são usados personagens de histórias de terror, chovem queixas de pais que temem a reação de seus filhos.

A lista de reclamações é tão grande quanto a percepção dos consumidores. De 2009 a 2013, o número de processos abertos pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) a partir dessas críticas mais que dobrou. Abaixo, temos dez entre as reclamações mais curiosas que acabaram sendo arquivadas.

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O Conservadorismo das Aparências.

Estadofobia

Por Leo Nerys

retrovisor

A maioria das pessoas já viveu o bastante para ouvir coisas como “No meu tempo as coisas eram diferentes (melhores)” “Estão destruindo os velhos valores” “Não se faz mais (…) como antigamente”. Todas estes padrões de pensamento têm raiz numa tendência a idealizar o passado como um meio de fugir dos problemas do presente. A maioria saudosistas não viveu na época a que se refere com saudades. Os homens eram viris e cavalheiros. As mulheres, donzelas puras. As crianças respeitavam seus pais incondicionalmente e seus pais tinham igual zelo por elas. A natureza era respeitada. Promessa era dívida! Havia amor à pátria. Não havia uso de drogas, nem promiscuidade sexual, e as pessoas eram fiéis a uma concepção religiosa que mantinha os padrões morais. Daí veio uma tal de modernidade [a televisão, a subversão cultural, o ateísmo, o individualismo, a pornografia, o politicamente correto, o homossexualismo, a…

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Um bichinho chamado fim de férias

A gente espera meses por ela, sobrevive a cada dia motivado pela esperança de que um dia ela vai chegar. Aí ela chega, marca sua vida e vai embora sem nem te dar a chance de pedir que fique por mais uns dias.

Sim, estou falando dela: AS FÉRIAS.

Eu sempre fico perdida no começo das férias, prometo que vou fazer mil coisas, nunca sei por onde começo e no final acabo voltando pra faculdade com um “puts, eu devia ter aproveitado mais”. Então esse semestre eu decidi não fazer planos, deixei simplesmente a vida me levar vida leva eu e acabei não fazendo nada. De novo.

Só que isso não acontece só nas férias, quem nunca fez mil promessas no começo do ano, prometeu estudar mais, voltar pra academia, ler aquele livro, emagrecer, e acabou terminando o ano da mesma forma que começou? Ah vai, eu sei que não é só comigo. Começa pela faculdade, no meu curso a gente chega ao primeiro semestre querendo mudar o mundo, fazer justiça, ser Juiz, promotor, ministro do STF… Então vão passando os semestres e tudo que a gente passa a querer é sobreviver até o final do curso. Continuar lendo

Larga o celular e vai ser feliz!

Sempre fui apaixonada por tecnologia. Meu primeiro celular [que descanse em paz] foi aos 11 anos de idade, época em que ostentar era ter uma capinha personalizada no Nokia 2280 (aquele azulzinho que tinha o jogo da cobrinha). Era uma paixão que só estava no começo, de lá pra cá eu tive nada menos que 11 (ONZE!) modelos diferentes de celular, o que equivale a mais ou menos um aparelho por ano.

Sempre achei o máximo as inovações e a rapidez com que sempre surgiam, cada uma era motivo pra eu querer um aparelho novo. Minha última paixão foi a câmera frontal, eu tinha um Android antiguinho, que até gostava, mas a ideia de tirar “selfies” (que na época ainda não tinha esse nome) me ganhou fácil, e assim parti para o meu 11º modelo. Mas deixa eu destacar que é só uma paixão por inovações, não um fanatismo por ostentar tecnologia. Não tenho coragem de gastar pequenas fortunas só pra ter um aparelho melhor que o do coleguinha, até porque não nasci rica, não vou casar com um rico e a profissão que escolhi não vai me fazer rica (por que não me apaixonei por engenharia?), então tenho que me enquadrar no meu minúsculo orçamento. De que adianta ter um Iphone 5s, mas ter o nome no Serasa porque não conseguiu pagar todas as 48 parcelas? Então fica a dica, meu bem. [aliás, já viram essa notícia?]

Todo mundo tem um celular. Alguns até dois, ou três. E quando eu digo todo mundo, é tipo, TODO MUNDO. Até o mendigo da esquina se duvidar tem (#partiu #calçada #pedirmoedinha #tóiss). E quase todo mundo tem Whatsapp. Se você não tem, sinto dizer, mas… SORTE SUA! Claro que é ótimo poder conversar pelo celular com seus amigos, mandar fotos, vídeos, pornografia, áudios, sem gastar nada a mais por isso, mas daí trocar a interação “tête à tête” por isso? EPA! Peraeeee! Continuar lendo