A real beleza está em se sentir bem!

Oi gente linda! Faz tempo que não escrevo pra vocês. Com trabalho, retorno das aulas, casamento, tá difícil! Mas cá estou eu.

O assunto de que vim escrever hoje vem rondando a minha cabecinha há algum tempo, mas só agora tive vontade parei pra escrever sobre isso.

Tudo começou quando eu estava no elevador do prédio onde trabalho e o LCD mostrou uma “notícia” dizendo que tipo de batom usar naquela estação e tudo mais. Ao ler a “notícia”, o cara que estava ao meu lado balançou a cabeça e murmurou “Tsc, tsc, nem isso se pode escolher mais? Até o batom são eles que dizem qual usar?”.

Cara, quem quer que você seja me deu muito a pensar pelo resto da semana. Não pela cor do batom, mas porque isso desencadeou várias questões na minha mente a respeito do que nos é imposto (reparem que eu disse IMPOSTO, e não SUGERIDO) para que nos enquadremos num padrão de beleza.

Um artigo publicado no site da Igreja Universal deu o que falar nas últimas semanas. O polêmico texto “O que vestir para ir ao Templo de Salomão” dizia que tipo de roupa vestir, que maquiagem usar, que modelo de bolsa levar, enfim… Como se o fiel estivesse indo para o SP Fashion Week, ao invés de à igreja louvar a Deus.

Por que eu tenho que me vestir como as revistas de moda mandam, e não como eu me sinto confortável? E daí se o meu confortável for calça legging com lantejoulas coloridas?

E a imposição não se restringe somente à moda.

Quem me conhece sabe que há exatos 9 meses decidi abandonar a progressiva e assumir o meu fuá cabelo como ele é, e diferente do que muitos pensam, não foi por desleixo, nem falta dinheiro, nem pra – o que mais ouço – entrar na “moda cacheada”. Eu apenas parei pra me perguntar quem foi que inventou que só cabelo liso é cabelo bom, que pra ser bonita eu tenho que seguir os padrões que a sociedade impõe e que eu tenho que me adequar à maioria pra ser “normal”.

 

Quem foi que inventou que pra ser bonita eu tenho que ser loira dos olhos azuis? Que eu tenho que ser magra e calçar 35?

E não vem me dizer que não existe preconceito quanto a isso, porque existe, sim! Se não é preconceito, como se chama o fato da mídia só propagar mulheres acima do peso relacionadas à baixa autoestima, e de 99,9% das propagandas de salões de beleza ser sobre progressiva e outras químicas milagrosas para – segundo eles – “disciplinar” o cabelo?

Já dizia nossa diva Beyonce: “Pretty hurts, shine the light on whatever’s worse; Perfection is a disease of a nation” [A beleza dói, a luz brilha sobre tudo que é pior, a perfeição é a doença de uma nação].

Não que eu condene  quem segue a moda, alisa o cabelo e faz de tudo pra emagrecer, desde que a pessoa se sinta bem com isso, não vejo problema algum! O problema é quando você se vê obrigado a ser quem não é por causa do que os outros vão pensar.

Seja você gorda, magra, lisa, alisada, cacheada, loira, ruiva, morena, natural ou não, o importante é se sentir bem com isso e não se importar com o que os outros vão dizer de você. A vida é curta demais pra se importar com a opinião alheia.

Por hoje é isso!

Abraço galera, bom início de semana!


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